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Serra da Canastra – o que fazer, roteiro e onde ficar

por Mirella Matthiesen
32 comentários

A Serra da Canastra em Minas gerais é um lugar onde a natureza dita as regras, local para você acordar com o galo cantando, comer delícias direto do fogão a lenha e esquecer da vida na cidade. 

Para completar, as pessoas são acolhedoras e o tempo parece passar mais devagar…

E hoje, te convido a vir conhecer um roteiro delicioso que fiz pela região, incluindo a parte alta e baixa da cachoeira da Casca d’Anta, uma das principais atrações da região.

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Morro do Carvão, Minas Gerais
Morro do Carvão, Serra da Canastra …

Serra da Canastra, Minas Gerais

A pergunta que não me sai da cabeça é: “Porque demorei tanto para visitar esse lugar?!”.

Sério mesmo, São Carlos (SP), cidade onde morei minha vida inteira no Brasil, localiza-se há apenas 5 horas do “centrão” da Serra da Canastra, ou melhor dizendo, a cidade de São Roque de Minas.

Ribeirão Preto e Belo Horizonte, por exemplo, estão a apenas 4 horas de distância da Canastra, enfim, quem mora nessas regiões e gosta de natureza, deve colocar esse lugar no topo da lista de viagens! Para quem mora mais longe, vale reservar um espaço no itinerário de Minas Gerais, para desbravar o Parque Nacional Serra da Canastra.

Serra da Canastra e o Rio São Francisco
Vista da Serra da Canastra e o Rio São Francisco!

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Sobre a Serra da Canastra

O Parque Nacional Serra da Canastra foi oficializado em 1972 com o intuito de preservar a nascente do Rio São Francisco, nosso Velho Chico, que leva vida a tantos locais semiáridos do Brasil.

Graças a essa nascente, o rio é fonte perene de água o ano inteiro nessas regiões, uma dádiva no sertão.

O bacana da Serra da Canastra é que ela agrada todos os públicos que curtem a natureza: aqueles que querem somente olhar, e para aqueles que curtem um passeio 4×4 e muita aventura.

E o melhor de tudo? A Serra da Canastra nunca está lotada de gente, um destino ainda é pouquíssimo explorado no Brasil! Uma maravilha…

Nessa viagem estávamos na companhia de nossas mães, então fomos num esquema bem light, mas mesmo assim, super divertido e inesquecível!

4x4 na Serra da Canastra
Nós na Serra da Canastra, alugando passeio de jeep 4×4 pela parte alta da chapada!

Se localize

A região da Serra da Canastra, fica no sudoeste do estado de Minas Gerais e possui uma área de 200 mil hectares de espaço ecoturístico para a gente se divertir.

São 6 cidades que abrange a região da Canastra: Capitólio, Delfinópolis, Sacramento, São João Batista do Glória, São Roque de Minas e Vargem Bonita.

Mas as principais cidades que tem acesso fácil ao Parque Nacional da Serra da Canastra são: São Roque de Minas, Sacramento e Delfinópolis. O melhor lugar para ficar, vai depender do que você quer ver e o tipo de veículo tem disponível.

Nós optamos pela região de São Roque de Minas, que também engloba as cidadezinhas de Vargem Bonita e São José do Barreiro, o filet mignon da Serra da Canastra para os mortais!

Mais abaixo falo do lugar que escolhemos para se hospedar na Serra da Canastra.

Quando ir

O clima da Serra da Canastra é subtropical com temperaturas médias anuais de 17°C no inverno e 23°C no verão.

A época de seca acontece entre abril e outubro (inverno), sendo a melhor temporada para se conhecer o parque, inclusive, nesse período, algumas partes da canastra dá para ser visitada de carro, mas o ideal continua sendo 4×4.

De final de outubro a metade de abril, acontece a temporada de chuva, deixando as condições das estradas bem mais precárias. Mas isso não impede da galera de descer para Minas e curtir o verão na lama, veja o exemplo da Meilin.

Para quem tem medo de frio, não precisa se assustar, como a Serra da Canastra não fica em uma parte tão alta como; Campos do Jordão, Monte Verde e afins, ela perde no quesito “turismo de inverno”, mas ao mesmo tempo, ganha por ter um inverno ameno, seco e os corajosos podem continuar arriscando entrar nas cachoeiras e riachos!!! Ueba!!!

PS: Segundo o dono da pousada que nos hospedamos, a temperatura da água na canastra vai de frio (no verão) a gelado (no inverno)!!! Então, não tem remédio, tem que encarar a geladeira, como meu marido na imagem abaixo, eu me contentei em molhar o pé! 🙂

Cascata D’Anta, Serra da Canastra
Kikão (marido) sem medo de ser feliz na água congelante da Cascata D’Anta…

Onde ficar na Serra da Canastra

Com poucas informações na internet sobre esse destino, um dos nossos maiores desafios foi encontrar um lugar pra ficar na Serra da Canastra. Para isso, contei com a ajuda de amigos que sempre vão pra lá, a Taisa e o Dani.

E escolhemos a região de São Roque de Minas, que também engloba Vargem Bonita e São José do Barreiro, elas tem acesso fácil a Cachoeira da Cascata D’Anta e o Chapadão da Canastra (parte alta e parte baixa), os lugares que mais queríamos conhecer.

Quem quiser ficar em uma cidade, recomendo São Roque de Minas que tem uma infraestrutura mais completa, com opções de restaurantes e pousadinhas, mas não vá imaginando uma metrópole, viu? Bem longe disso.

A maioria das pousadas ficam na zona rural e tem aquele clima de vida na roça mesmo! Uma delícia.

Estrada Serra da Canastra
A vaca e a estrada da região da Serra da Canastra

Dicas de Pousadas, chalés e casa de temporada

Como havia comentado, há três opções de cidades para ficar nessa região da Serra da Canastra, nós ficamos em Vargem Bonita.

Veja algumas opções de pousadas com ótimas avaliações:

Pousadas em São Roque de Minas
Pousadas em Vargem Bonita
Pousadas em São José do Barreiro

ATENÇÃO para quem tem PETS: de acordo com a norma nacional do ICMBio não é permitida a entrada de animais domésticos em nenhum local de visitação da Serra da Canastra, então melhor deixar os bichinhos em casa!

Sobre Fazendinha da Canastra, Vargem Bonita

Pesquisando daqui e fuçando acolá, descobri a Fazendinha da Canastra, uma pousada em Vargem Bonita bem simples, com chalézinhos rústicos, mas acolhedores. A recepção do Vicente, da Silmar e cachorro Chocolate são de primeiríssima.

Outra vantagem dessa pousada é que os donos sabem tudo sobre a região, dão dicas de roteiros, fazem passeio 4×4 ($ extra) e realmente gostam do que fazem! Pra quem pensa que vai encontrar televisão e rádio, pode esquecer, o esquema é bem roça… mas tem wifi gratuito, para nossa alegria! 😉

O café da manhã era maravilhoso, tudo fresquinho! Adorei fazer queijo da canastra derretido diretamente no fogão a lenha! O jantar também é servido todos os dias para os hospedes que tem interesse ($ extra).

Caso não consiga fazer sua reserva no booking, tente diretamente com o Vicente, e diga que a Mirella, do blog Viajoteca que te indicou! Ou escolha uma das opções que coloquei acima, várias tem o mesmo estilo e se reserva direto no booking.com.

Fazendinha da Canastra
Chalés da Fazendinha da Canastra…

Não esqueça de colocar na mala

Que tal uma lista do que colocar na mala na sua viagem a Serra da Canastra? Olha aqui itens que são legais ter e muita gente esquece:

– Lanterna
– Repelente (embora tenha poucos bichinhos)
– binóculos (para ver fauna e flora, se tiver)
– calçado próprio para caminhada
– biquini e sunga
– protetor solar
– canivete (just in case!)
– saca rolha e vinho (prioridades!)

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Fauna da Serra da Canastra
Tucanos dando o ar da graça na Serra da Canastra!

Serra da Canastra – o que fazer

O roteiro da Serra da Canastra, tanto da parte alta quanto da parte baixa se confundem, já que o ponto principal das duas partes é a Cachoeira Casca d’Anta.

Na Casca D’Anta parte baixa você vai apreciar a queda d’água, que é a primeira do Rio São Francisco, enquanto e na parte alta, você poderá se banhar em suas águas.

Para curtir tudo isso com calma, a recomendação é reservar um dia para cada roteiro e foi o que fizemos.

Serra da Canastra no por-do-sol

Serra da Canastra – parte baixa (de carro)

A sugestão desse roteiro pela parte baixa da Canastra foi do Vicente, proprietário da pousada Fazendinha da Canastra, e de onde iniciamos nosso percurso.

Seguimos tudo a risca, e como fomos pra lá na época de seca (metade de abril a metade de outubro), deu para fazer tudo de carro (no nosso caso, um Livina).

DICA: antes de arriscar o carro, recomendo perguntar sobre as condições da estrada para o pessoal da pousada, assim evita-se surpresas desagradáveis, pois aquilo alagado, deve ser complicado para carro comum.

Nossa primeira parada, foi alguns quilômetros da Fazendinha, a foto abaixo mostra um pouquinho do visual da chapada!!!

Não tem erro, quando ver essa placa, pare o carro e aprecie, lá de cima já é possível ver o Rio São Francisco e a Chapada da Serra da Canastra, um cenário lindo!

Só hoje percebo o quanto as chapadas são presentes na geografia brasileira, especialmente na região sudeste! Muito especial!

Serra da Canastra parte baixa
A chapada da Serra da Canastra toda imponente ao fundo…

Fazenda Passaredo

Mais adiante, virando para a Fazenda Passaredo, você estaciona o carro e passa pela ponte de madeira, não é nada inesquecível, mas pra mim, foi meu primeiro encontro com o rio São Francisco, daquele jeito que a gente pode tocar, sentir e viajar…

Na Canastra, o Velho Chico não é imponente como em outras regiões do Brasil, mas é lá que ele nasce e dá vida a tantas regiões do Brasil!

Ponte de Madeira da Fazenda Passaredo
Ponte de Madeira e o rio São Francisco a caminho da Fazenda Passaredo …

Tio Zezico – piscinas naturais

Retornando a estrada principal, demos uma paradinha no Tio Zezico para ver as piscinas naturais que tem no fundo do sítio.

Você paga uma taxa e pode se banhar, a piscina natural do Tio Zezico é pequena, geladinha e tranquila. Tivemos sorte de sermos os únicos visitantes naquela hora do dia, então foi ainda mais especial!

Casa do Tio Zezico na Serra da Canastra
Casa do Tio Zezico
Piscina natural, Minas Gerais
Piscina natural do Tio Zezico

Cachoeira Casca D’Anta parte baixa:

Do sítio do Tio Zezico, já dava para ver o que estava nos aguardando bem ao longe, a Casca D’Anta! Uma beleza de lugar!

A cachoeira Casca D’Anta é o ponto central da Serra da Canastra e é o ficialmente a primeira e maior queda do rio São Francisco (aproximadamente 186m).

Para se chegar bem pertinho da cachoeira, é preciso seguir uma trilha bem fácil de 3km (ida e volta) que faz parte do Parque Nacional Serra da Canastra.

Cachoeira Casca D'anta
Brincando e caminhando na Casca D’anta (Foto jacu? Quem nunca? 🙂 )

Quanto custa a entrada do Parque Nacional Serra da Canastra:

  • Brasileiros e residentes: R$11
  • Estrangeiros: R$21
  • Adultos acima de 60 anos ou crianças menores de 12 anos: isento

>>> Pagamento do ingresso somente em dinheiro (não aceitam cartão).


Os aventureiros que gostam de fazer trilha, depois que chegam na cachoeira da Casca D’Anta, podem continuar o caminho até a parte alta da chapada (caminho íngrime), nós não fizemos, pois estávamos acompanhados das mães e sabíamos que iríamos pra lá no outro dia de 4×4! Mas deve ser bem bacana.

Aliás, achei essa paradinha na trilha da Casca D’anta o lugar ideal para se fazer um picnic… Fica a dica!

Não é certa a versão de onde vem o nome da cachoeira Casca D’Anta, mas diz a lenda que vem das árvores casca d’anta, que têm também esse nome devido ao número de antas que existiam na região.

Cachoeira Casca D'Anta

Morro do Carvão

Da cachoeira, seguimos novamente pela estrada principal até o Morro do Carvão e como bem disse o Vicente, a vista de lá paga a viagem, o resto é lucro!

Depois foi só pegar o caminho da “roça” (o mesmo caminho da ida) e ir pra pousada descansar com um bom vinho (que levamos de casa), comidinha de forno a lenha e ir pra cama cedo!

PS: Para quem estiver com carro 4×4, é possível continuar a estrada e com certeza se deparar com outras belezas da natureza, nós já estávamos saciados e só aguardando passeio do dia seguinte!

Morro do Carvão, Serra da Canastra
Visual da Serra da Canastra desde o Morro do Carvão!
Morro do Carvão, Minas Gerais
Não basta ser mãe e sogra, tem que participar!!! (Eu, minha mãe e a mãe do Kiko)

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Serra da Canastra – parte alta (4×4)

Depois de termos explorado a parte baixa da Serra da Canastra com nosso próprio carro, decidimos fazer um tour guiado de jeep 4×4 para nos levar para a parte alta.

Contratamos esse passeio diretamente com o pessoal da pousada, e você pode fazer o mesmo, se for na alta temporada ou em feriados, melhor já deixar reservado com antecedência.

Eu achei que foi uma excelente decisão ir com alguém que conhece a região. Mas se você tem caminhonete, SUV ou esse estilo de carro 4×4, dá pra ir por conta sem problemas, mas sempre fique atento para possíveis buracos, buraquinhos e buracões na estrada de terra.

4x4 na Serra da Canastra
Brincando de jipeiros na Serra da Canastra

Mais uma vez tivemos que pagar os ingressos para entrar no Parque Nacional Serra da Canastra, ver valores acima no roteiro da parte baixa da Casca D’Anta), e logo seguimos viagem para a parte alta da Casca D’Anta.

O dia teve muito chacoalhamento no jipe, já que a estrada era de terra e com buracos, mas por outro lado vimos paisagens incríveis, fauna e flora de dar gosto e até observamos alguns animas típicos do cerrado.

Flores do cerrado brasileiro
Flores do cerrado brasileiro …

Nascente do Rio São Francisco

Nossa primeira parada foi na nascente do rio São Francisco, e achei realmente incrível ver a água brotando da terra para dar vida a esse rio, o grande rio brasileiro.

Apesar do Rio São Francisco não fazer parte da minha história, pois somente ilustrava meus livros de geografia, vendo ele de perto começamos a entender sua alma, é como se a gente passasse a ser parte dele pelo simples fato de sermos brasileiros, assim como o Nilo para os Egípcios e o Ganges para os Indianos…

O rio São Francisco é uma riqueza
Nasce lá na Serra da Canastra
Corta serras, matas e vales.
Desenha o seu percurso na natureza.
Passa por aqui e banha nossa região
Serve ao povo sua água pura
Mata a sede e molha a agricultura
E ainda, faz caminho através da navegação.
É um rio que só traz alegrias
Para as famílias do sertão.

Autora: Silvana Maria Nogueira Leite

Nascente do Rio São Francisco, Serra da Canastra
Nascente do Rio São Francisco

Cachoeira Casca D’Anta parte alta

Continuando com o chacoalhando dentro do 4×4, vendo gaviões e apreciando o cerrado, chegamos no ponto alto da viagem: a Cachoeira Casca D’Anta na parte alta.

Confesso que ainda não sei se a prefiro a parte baixa onde cachoeira  aparece inteirinha e toda imponente jorrando água, ou dessa parte alta, que é calma de olhar e gostosa de se descobrir.

Nosso piquenique do almoço foi as margens da piscina natural da Casca D’Anta, compramos nosso sanduba em um supermercadinho de Vargem Bonita, mas recomendo a padaria de São Roque de Minas, que fica no quarteirão da Igreja Matriz e tem um monte de coisinhas gostosas já prontinhas pra levar.

Parte alta da Casca D'Anta
Serra da Canastra - Casca D’Anta
Primeiro desague da Casca D’Anta… para ver essa parte, é preciso pegar uma mini-trilha até o topo, bem fácil, mas com muitas escadas de pedras irregulares e tem que estar sempre atento para não escorregar! 🙂
Visual da Serra da Canastra, Minas Gerais
O final da trilha dá nesse mirante. O Brasil tem tantas coisas lindas pra gente ver, não podemos ficar parados pensando somente naquela viagem para o exterior, tem muita beleza no “quintal de casa”, basta procurar! 🙂

Passeando pelo cerrado

De pança cheia, seguimos por uma estradinha fora da rota principal onde pudemos apreciar ainda mais a flora do Parque Nacional da Serra da Canastra, com campos limpos, cerrado e matas de galeria.

Quem tiver sorte, pode até encontrar alguns habitantes mais ilustres da canastra como o tamanduá-bandeira, o lobo-guará e o veado-campeiro, eles geralmente aparecem no final da tarde, mas só vimos um buraco imenso de tatu no meio da estrada!!!

Serra da Canastra, Minas Gerais
Mais paisagens que vimos pelo caminhos…
Gavião Carcará
Vimos muitos gaviões carcará nessa viagem…

Curral de Pedras

A última parada do dia foi um pôr-do-sol lindo no Curral de Pedras, que aliás, é um excelente lugar para aprender um pouco da história da Serra da Canastra.

O nome “curral” não engana, lá se manejava o gado durante o verão, pois antigamente, quando o período de chuva chegava na canastra, os fazendeiros levavam seu rebanho que ficavam na parte baixa, para o chapadão, essa técnica evitava a perda do gado por causa do terreno molhado e tinha uma pastagem mais adequada.

Mas isso é história, pois hoje o chapadão virou o Parque Nacional Serra da Canastra, não existe mais nenhuma fazenda na parte alta e a mata nativa de cerrado voltou a imperar!

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Serra da Canastra, Curral de Pedras
Curral de Pedras… excelente lugar para curtir um pôr-so-sol! Mas não fique muito além das 18hs, pois o parque fecha!

Aproveito esse último post para agradecer os blogueiros que me forneceram dicas sobre a Serra da Canastra quando perguntei no facebook:
– Emília Fernandes: @emiliagf
– Gleiber Rodrigues: Andarilhos no Mundo
– Fernanda Scafi: Tá indo pra onde?
– Antonio Romulo Jr.: Retrip

Conclusão

Esse passeio para a Serra da Canastra encheu nossos olhos, alma e coração. O Brasil tem muita natureza para a gente conhecer e quando vamos para Minas Gerais, tudo isso se mistura com comida boa, combinação perfeita!

Aproveite e ajude o blog, reserve seu hotel na Serra da Canastra usando os links do booking aqui no post, essa ato nos ajuda a pagar os custos do blog e as dicas ficam sempre atualizadas!

Qualquer dúvida, fala comigo nos comentários no final dessa página! Valeu!

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32 comentários

Emília 23 de outubro de 2014 - 09:47

Fiquei muito feliz que tenham gostado da Canastra, e em particular, da Fazendinha 🙂
É um lugar muito simples e muito acolhedor, com comida maravilhosa e donos que ajudam sem se intrometer.
Adoraria voltar para a Canastra e explorar Furnas, já que não tive tempo para isso…
Um beijo!

Responder
Mirella Matthiesen 23 de outubro de 2014 - 14:31

Oi Emília,
E não é … eu também adorei!
Quero voltar para explorar a Babilônia e fazer aquela volta de barco em furnas… deve ser legal!
Tanta coisa pra fazer nesse nosso Brasil… 🙂
bjão e obrigada pela visita!

Responder
diogofc 23 de outubro de 2014 - 17:33

Plantão Pasquale: “a apenas 4 horas”

Responder
Serra da Canastra - Roteiro parte baixaViajoteca – Blog de Viagens 24 de outubro de 2014 - 07:03

[…] post anterior, falamos sobre as dicas práticas da Serra da Canastra em Minas Gerais, em especial da região de […]

Responder
Márcia Prata 14 de dezembro de 2014 - 07:53

Sou do NE – João Pessoa/ PB, mas amei este post e vou me programar para este passeio a Serra da Canastra em 2015, se tiverem mais dicas e puderam me passar agradeço. mcgprata@yahoo.com.br . Chegando a BH em confins, quais as formas de deslocamentos para lá, para São Roque de Minas ?

Responder
Mirella Matthiesen 17 de dezembro de 2014 - 20:09

OI Marcia,
Acho que vocês vnao gostar muito, as paisagens são bem diferentes da do nordeste…
Tenta procurar no google maps a melhor rota de BH a Sao Roque, vi que demora cerca de 5 horas pra chegar lá.
Abs e depois me conta como foi a viagem 🙂

Responder
Liliane Inglez 29 de dezembro de 2014 - 17:32

Mirella, td bem? A-ca-bei de chegar da Serra da Canastra! Li seus posts (adorei!!) e suas dicas me ajudaram muito a planejar meus passeios! (Valeu!!!!!). Tiramos um dia para a parte baixa e um dia para a parte alta!
Ah, vi “sua” pousada! Uma graça mesmo! Acabamos ficando em São José do Barreiro, numa pousadinha bem gostosa! Outra coisa, é que fomos pela Serra da Babilônia, já que estávamos com 4×4!! Assim que tiver um tempinho, vou me dedicar a contar lá no meu blog! Um abraço e um ótimo 2015!!!

Responder
Mirella Matthiesen 29 de dezembro de 2014 - 22:35

Ai que delícia ouvir isso!!!
Quando você escrever, deixa o link aqui 🙂
bjão

Responder
Marina 15 de janeiro de 2015 - 09:47

Adorei as dicas, procurei muito por um bom lugar pra ficar na Serra da Canastra e agora, com o q falou, ja escolhi!!! 😉

Responder
Mirella Matthiesen 15 de janeiro de 2015 - 16:50

Opa! Que legal que gostou das dicas 🙂
Espero que goste da hospedagem, depois me conta o que achou.
Bjão

Responder
Liliane Inglez 28 de março de 2015 - 09:41

Mirella, faz um tempinho que publiquei o post. Tinha esquecido de colocar o link aqui: http://trilhasecantos.blogspot.com.br/2015/02/as-atracoes-da-serra-da-canastra.html
bjs

Responder
Mirella Matthiesen 30 de março de 2015 - 20:49

Legal… obrigada pelo link Liliane 🙂

Responder
nathaliabrunini 27 de julho de 2015 - 17:27

Oi Mirella! Amei seu post, me esclareceu algumas dúvidas.
No entanto, estou muito indecisa quanto à hospedagem. Pelo que eu percebi são muitas cidadezinhas vizinhas e vc falou de São Roque de Minas, que é a que fica no centro de tudo né? Para quem pensa em ir de carro, no meu caso que moro no interior de SP, cerca de 700 km da Canastra, compensa ficarmos em área rural ou mais na cidade? Outra dúvida também é que não temos 4×4, iríamos de carro mesmo. Você acha que é possível? Vai ‘destruir’ o meu carro? rs

São muuitas dúvidas!

Responder
Mirella Matthiesen 27 de julho de 2015 - 17:41

Oi Nathalia,
As cidades são tão pequeninas por aqueles lados, que ficar por lá ou em uma fazendinha daria na mesma, nós adoramos ter ficado na Fazendinha da Canastra, bem rústica, simples, mas super relax… Você leu todos nossos posts?
Se vocês estão de 4×4 e gostam de dirigir off road, eu acho tranquilo ir com o proprio carro, nós fizemos a parte baixa com o carro da minha mãe (Kia Soul) e deu super certo, mas a parte alta tem que ter 4×4… indo devagar nas partes menos estrada é recomendável, pois as vezes tem buraco de tatu e essas coisas que pode complicar.
Ajudei?
Abs

Responder
nathaliabrunini 27 de julho de 2015 - 17:47

Estou procurando lugares mais simples mesmo, mas queria ir já no feriado de 07 de setembro e é época de calor não é mesmo? Vi que na Fazendinha da Canastra não tem ventilador, por isso estou indecisa e pesquisando outras coisas. Vc acha que dois dias é muito pouco para conhecer a região? Iríamos no sábado e voltaríamos na segunda.

Responder
Mirella Matthiesen 27 de julho de 2015 - 18:40

Oi Nathalia,
Nós ficamos dois dias inteiros lá, um dia para parte alta e outro pra parte baixa e pra gente foi o sufiente… mas quando você descobrir que tem a parte da Bailonia, você vai descobrir (assim como eu) que deveria ter ficado mais uns 2 dias (risos)… mas temos que aproveitar o que dá e depois pensar nas próximas viagens 🙂
bjão

Responder
geruza 13 de agosto de 2015 - 11:50

Ola, bom dia, vi as fotos nossa e adorei, eu to pessando passar final de semana mes de setembro, eu to dúvida onde me hospetar porque não conheço ai minas, e queria hotel por perto rodoviária e também do centro, espero vc poder me ajudar da uma dicas abraços

Responder
Mirella Matthiesen 13 de agosto de 2015 - 15:51

Oi Geruza,
Sinceramente não sei desse tipo de hotel, pois quando pesquisei pra minha viagem, eu foquei em hosteis fazenda, longe do centro.
Mas dá uma pesquisada no booking, de repente vc acha alguma coisa 🙂
Abs

Responder
Roberto 20 de agosto de 2015 - 22:21

O Hotel Chapadão daCanastra fica a 100 metros do centro de São Roque de Minas e do terminal rodoviário da cidade.
http://www.chapadaodacanastra.com.br

Responder
Larissa 18 de janeiro de 2016 - 15:51

Mirella, tudo bem?
Seu post é ótimo… quando li sobre a serra da canastra tive um amor a primeira vista.
Decidi ir pra la no proximo mes…

Me tira uma duvida…
Capitolio ou Vargem Bonita?
Qual seria a melhor cidade para me hospedar?

Obrigada

Responder
Mirella Matthiesen 18 de janeiro de 2016 - 16:00

Oi Larissa,
Eu nunca fiquei na região do Capitolio, então vou ficar te devendo.
A cidade de Vargem Bonita, não tem nada… nós praticamente nem a visitamos, nos hospedados em um hotel fazenda e aproveitávamos o parque durante o dia.
Nosso hotel foi o Fazendinha da Canastra.
Abs

Responder
Maria Fátima de Souza 24 de fevereiro de 2016 - 01:42

Olá mirella, tudo bem. Estava procurando um lugar para descansar e me deparei com a serra da canastra. É fácil fechar passeios por lá . E os preços como são .Vou tentar o fazendinha canastra. Pode me dar umas orientações

Responder
Mirella Matthiesen 24 de fevereiro de 2016 - 13:02

OI MAria,
Nós fizemos a maioria das coisas por conta mesmo … somente a parte alta que fechamos o passeio com o pessoal da Fazendinha e foi legal, não lembro direito o preço, acho que R$300? Ai … não sei mesmo … aliás, se fizer o passeio, depois me atualiza com os preços? Acho que o pessoal ia gostar de saber 🙂
Espero que essa viagem dê certo!
bjos

Responder
Eulália 16 de março de 2016 - 07:36

Oi vc disse que fez quase tudo independente. Gostaria de saber se esses passeios são possíveis só de carro. Ou dá pra fazer um trekking.
Realmente são poucas informações.

Responder
Mirella Matthiesen 16 de março de 2016 - 12:49

Oi Eulália.
A parte baixa eu fiz de carro (Kia Soul) e a parte alta com o 4×4 do pessoal da pousada.
Tem muitas trilhas, inclusive da parte baixa da cachoeira para para ir para a parte alta e vice-versa com trilha.
Como estava com nossas mães, peguei mais leve 😉
Abs

Responder
Alice 25 de maio de 2016 - 20:48

Olá! Amanhã estou indo para Capitólio, onde já reservei 2 noites em hotel. Pretendo fazer o passeio de chalana nos canions de Capitólio e no outro dia passear só pela serra da canastra. Você sabe me dizer o que tem de trilhas e passeios na canastra nessa região próxima a Capitólio? Obrigada!

Responder
Mirella Matthiesen 26 de maio de 2016 - 10:41

Oi Alice,
Não fui nessa região do Capitólio, então vou ficar devendo…
Depois me conta suas descobertas 🙂
bjos

Responder
Joana 12 de setembro de 2016 - 12:30

Oi, primeiramente adorei suas dicas, e segundo gostaria de saber se tem a possibilidade de ir de ônibus e chegando la encontrar pacotes de passeios sem precisar de carro próprio. obrigada! :*

Responder
Mirella Matthiesen 12 de setembro de 2016 - 18:10

Oi Joana,
Vou ficar te devendo essa informação. Deve com certeza ter ônibus que chegue em São Roque de Minas.
E de repente voce pode contactar o pessoal da Tamanduá Ecoturismo para os passeios, mas eu não fechei com eles, ok? Então se usá-los, depois nos conte como foi 🙂
Abs

Responder
Anderson Ribeiro 22 de janeiro de 2020 - 13:18

Deu vontade de morar lá só pelo seu blog, Mirella você sabe me dizer se tem alguma pousa tipo fazenda com curral, vaca, cavalo etc…?

Responder
Mirella Matthiesen 23 de janeiro de 2020 - 05:46

Oi ANderson,
Puxa… a fazendinha que a gente ficou tinha jeitinho rural, mas não tinha cavalo e afins…
De repente, melhor dar uma olhadinha no booking, vi que a Estância Macaubas tem cavalos (poneis, acho).
Espero que ajude.

Responder

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