Earth and Sky: Observando as estrelas no Aoraki/Mackenzie Dark Sky Reserve na Nova Zelândia

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Reconhecida desde meados de 2012 como uma das 3 melhores regiões do planeta para a observação de estrelas e outros corpos celestes pela International Dark-Sky Association (IDA). A região do Aoraki/Mt Cook & Mackenzie Basin na ilha Sul da Nova Zelândia pode ser facilmente considerada uma verdadeira janela para o universo, que além de atrair astrônomos e especialistas em astro-física de diversas partes do planeta. Faz também a alegria daqueles visitantes que decidem aprender e contemplar a imensidão do universo num dos tours oferecidos pela Earth and Sky num dos dois observatórios astronômicos da Universidade de Canterbury existentes na região do Lake Tekapo.

Observatório na Nova Zelândia

Se alguma vez você tentou contemplar as estrelas na cidade onde mora e pouca coisa conseguiu enxergar, quando comparado com as fotos deste post. Bem, existe uma série de razões para isso ter acontecido. A primeira delas, é o fato destas fotos terem um longo período de exposição. Ou seja, muita coisa que acaba passando desapercebido pelos nossos olhos, acaba sendo captada pelo sensor da câmera fotográfica que fica captando a luz por vários segundos.

Mas enfim, partindo do princípio que você também está no hemisfério sul, ao olhar para o céu, as estrelas que aparecem nestas fotos tiradas aqui na Nova Zelândia teoricamente seriam as mesmas que você poderia ver de qualquer outro lugar neste mesmo hemisfério. Desde que você esteja olhando para o céu na mesma época do ano em que a foto foi obviamente tirada, a imagem deveria ser “praticamente” idêntica de uma foto tirada no Brasil por exemplo.

Céu da Nova Zelândia (8)

Acontece que para enxergar tantas estrelas dessa forma, antes de tudo, você precisa de uma noite sem nuvens e com pouco interferência atmosférica. E mesmo que as condições estejam “perfeitas”. A poluição atmosférica e principalmente a poluição luminosa causada pela iluminação pública das cidades e outras atividades humanas no entorno da região onde você observa as estrelas, certamente irão atrapalhar e muito aquilo que você vai conseguir enxergar no céu.

Céu da Nova Zelândia (7)

Se pararmos para pensar que muitas das coisas que a humanidade conquistou e descobriu ao longo de suas várias civilizações foram resultado direto da observação das estrelas, e que enxergá-las da Terra tem sido cada vez “mais difícil” por alguns motivos mencionados acima. Certamente deveríamos estar preocupados com o futuro da humanidade não é verdade?! Felizmente hoje, além de super radio-telescópios nas áreas mais remotas da Terra, também contamos com super telescópios espaciais, como o famoso Hubble orbitando no espaço que fornecem dados/imagens de estrelas, constelações, galáxias e outros corpos celestes cada vez mais distantes e que tentam ajudar os cientistas a explicar a origem do universo.

Mesmo assim, o universo é muito bonito e infinitamente grande para ser apreciado apenas através de super telescópios e radio-telescópios operados por cientistas. Pensando nisso, há alguns anos vários grupos de astrônomos tem se preocupado com a poluição luminosa do planeta e a partir do início deste século, alguns deles começaram a propor a criação destas reservas escuras para a observação das estrelas da Terra, o famoso “stargazing”.

Céu da Nova Zelândia (5)

E você não precisa ser astrônomo para entender a importância de continuarmos a olhar para o espaço. Se você prestar um pouco de atenção nas notícias, volta e meia um astrônomo ou até mesmo um astrônomo amador encontra um novo objeto celeste fazendo observações com telescópios comuns daqui da Terra que nunca tinham sido notados anteriormente.

Céu da Nova Zelândia (6)

Enfim, a primeira Dark Sky Reserve foi criada em 2008 no Quebec no Canadá. Hoje, já são 9 as “International Dark Sky Reserves” existentes ao redor do mundo. E até a publicação deste post (Dez 2014), a Aoraki/Mackenzie Sky Reserve na Nova Zelândia é a maior de todas e conta com uma área de aproximadamente 4300 kilômetros quadrados em que a poluição atmosférica e luminosa é nula ou quase inexistente.

Agraciada com o status “Gold”, Aoraki Mackenzie Dark Sky Reserve foi a primeira Dark Sky Reserve do mundo a conseguir tal status. O mesmo foi obtido não apenas pela sua remota localização no contrapé dos Alpes do Sul na Nova Zelândia, mas também graças a um intenso lobby da comunidade científica junto a comunidade local para que uma série de fontes poluidoras, principalmente de luz branca em pequenas localidades como Tekapo e Twizel, fossem substituídas por formas alternativas e menos impactantes de iluminação.

Céu da Nova Zelândia (3)

Hoje, Aoraki/Mackenzie Dark Sky Reserve é ao lado da NamibRand Nature Reserve na Namíbia, a única Dark Sky Reserve para contemplação das estrelas localizadas no hemisfério sul do nosso planeta.

Céu da Nova Zelândia

Sendo assim, esta pode ser facilmente considerada uma das melhores e mais acessíveis localidades do mundo para a observação do céus austrais abertas ao público em geral. Sim, apesar de alguns dos mais potentes telescópios astronômicos instalados na Terra estejam também localizados no hemisfério sul, mais precisamente no deserto do atacama nos Andes. O acesso a eles, é basicamente restrito aos cientistas.

Céu da Nova Zelândia (6)

Pois bem, sabendo disso tudo e atualmente morando na Nova Zelândia, fazia um bom tempo que vinha alimentando a vontade de fazer um dos tours noturnos oferecidos pelo pessoal da Earth And Sky no Mt. John nos arredores do Lake Tekapo na Ilha Sul.

Bem até finalmente fazer a visita acontecer, foram 3 tentativas: Na primeira delas, não reservei o passeio com antecedência e no dia que estava na região e decidi fazer o tour, todos os tours estavam sold out. Na segunda tentativa, quando estava participando do Snow Safari com o pessoal da Haka Tours, estava pagando e prestes a embarcar na van do Earth and Sky no centrinho de Tekapo para subir para o observatório, quando uma frente de nuvens entrou sobre os Alpes do Sul encobrindo tudo, fazendo com que o passeio fosse “parcialmente’ cancelado.

©Maki Yanagimachi-Earth&Sky Ltd.

Até que finalmente, no final de semana retrasado finalmente tive a oportunidade de realizar o tour. Na verdade, não exatamente aquele que eu queria, uma vez que por conta dos ventos de mais de 90 km/h no alto do Mt. John Observatory fez com que o nosso tour ao principal observatório da região tivesse que ser cancelado na última hora. Alternativamente, acabamos fazendo o tour ao Cowan’s Observatory, onde ao invés de pelo menos 5 grandes telescópios (nem sempre abertos ao público, especialmente em dias de boas condições) existe apenas 1 telescópio. No entanto, por se encontrar numa área mais protegida pela vegetação e pela própria configuração do relevo, não estava ventando muito.

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Enfim, como pelo andar da carruagem eu provavelmente iria embora da Nova Zelândia sem ter a oportunidade de ver com meus próprios olhos toda a maravilha dos céus austrais da Nova Zelândia que volta e meia vejo nas fotos que o pessoal do Earth and Sky posta nas redes sociais, acabei aceitando em fazer o tour “simplificado” no Cowan’s Observatory mesmo. #justincase

E apesar de mais curto que o tour ao Mt. John Observatory, ainda assim, foi absolutamente fantástico. Apesar do frio. Sim, o tour aconteceu agora no início de Dezembro (o que teoricamente seria verão na Nova Zelândia), mas a temperatura estava na casa dos 4 graus positivos, mas que por conta do vento. A sensação térmica ficou na casa dos -2o C. Como não fomos necessariamente preparados para esse frio todo, as jaquetas que o pessoal do Earth and Sky providencia para os participantes do passeio literalmente salvaram a experiência.

Céu da Nova Zelândia (4)

Além do telescópio do Cowan’s Observatory, o pessoal do Earth and Sky instalou outros 2 telescópios móveis que apontavam para diferentes pontos do universo e assim o grupo de cerca de 20 pessoas pode ser dividido em 3.

Um destes telescópios portáteis apontava para a chamada Jewel Box (NGC 4755), um cluster de estrelas super brilhantes batizado por John Herschel que a olho nú, parece uma estrelinha apagada logo atrás do cruzeiro do sul. Com a ajuda do telescópio, podemos observar que na verdade não é uma estrelinha apagadinha e sim várias estrelas e se prestarmos bem atenção, em cores diferentes. Por isso o nome de Jewel Box, ou traduzindo para o português: Caixa de jóias. Segundo nosso guia explicou, a coloração destas estrelas está diretamente ligada a temperatura de sua superfície. Quanto mais azul, mas quente, quanto mais avermelhada, mas fria. Por sinal, estima-se que as estrelas mais jovens deste cluster, aquelas que conseguimos enxergar a olho nú ou de binóculo, estão a míseros 7 MILHÕES de anos luz da terra.

Já o outro telescópio apontava para 47 Tucanae ou Cluster de Omega Centauro. Um conjunto/glóbulo de estrelas que a olho nú parece com uma pequena massa de estrelas apagadinhas, mas que no telescópio se relevam em centenas, talvez milhares de estrelas. Em fato, com um super telescópio provavelmente seriam milhões de estrelas. Segundo nosso guia/astrônomo estes clusters globulares são provavelmente as coisas mais antigas que iremos ver com nossos próprios olhos na vida. Estima-se que estes clusters foram criados durante o processo de formação de proto-galáxias a cerca de 10-12 bilhões de anos atrás e que hoje estão em colapso em torno de seu centro gravitacional. Cada uma das estrelas do cluster de Ômega Centauro encontram-se a cerca de “míseros” 100 anos luz umas das outras.

Já o telescópio do Cowan’s Observatory apontava para a Pequena e Grande Nuvem de Magalhães (LMC & SMC). LMC e SMC são duas galáxias anãs que podem ser vistas a olho nú e apenas do hemisfério sul da Terra. Localizadas respectivamente a 170 e 200 mil anos luz da terra, estas duas galáxias são consideradas galáxias satélites da nossa própria galáxia, a via láctea. O ponto mais brilhante da mesma, é conhecida como Tarantula Nebula, e na verdade trata-se da maior “maternidade” de estrelas “próximas” da terra que conhecemos até o momento e justamente por ser formada por estrelas jovens, esta região contem algumas das mais quentes e brilhantes estrelas que conhecemos.

Além de observarmos um pouquinho de cada um destes pontinhos do espaço através dos telescópios alí instalados, com o auxílio de um potente laser, aprendemos com a ajuda de um astrônomo a identificar diversas estrelas e constelações dos céus austrais. Com um facho de luz apontando diretamente as estrelas assim, as coisas ficam tão mais fáceis e óbvias. Ou seja, as 2 horas de tour, apesar do friozinho passaram literalmente num piscar de olhos. Tanto que apesar de ter levado meu tripé e a lente grande angular, nem tempo tive de tentar fazer muitas fotos.

O fato que fotografar estrelas, a chamada astrofotrografia é algo que até então nunca tinha digamos tentado fotografar antes. E como qualquer fotografia com longa exposição, requer tempo e paciência. Isso sem falar que fazer todos os ajustes da câmera no escuro não é digamos muito fácil.

Céu da Nova Zelândia (2)

Ou seja, as minhas fotos (com marca d’agua Viajoteca) nem se comparam com as fotos feitas pelos fotoógrafos especializados no assunto como a Maki Yanagimachi, a astrofotografa do Earth and Sky cujas fotos, ilustram boa parte deste post.

Enfim, um passeio super indicado para quem curte observar a natureza e tem vontade de aprender mais sobre astronomia. Acho que é um passeio que vale a pena tanto para aqueles que nem sequer reconhecer o Cruzeiro do Sul sabem, quanto para aqueles que já estão num nível mais avançado de conhecimento.

Por sinal é bem interessante observar que esses tours de stargazing, pelo menos aqui na Nova Zelândia, são particularmente muito apreciado pelos japoneses que ficam todos alegres quando conseguem encontrar as estrelas que formam o símbolo da montadora japonesa Subaru nos céus.

Você já visitou um observatório astronômico na vida? Onde foi? De qualquer forma, onde você estava quando viu a noite mais estrelada da sua vida? A minha resposta é com certeza: Na Nova Zelândia e a sua? Conta para a gente!!

Céu da Nova Zelândia (1)

Veja também:

Curiosidade:

Você sabia que no hemisfério sul acontece a Aurora Australis? Assim como a famosa Aurora Boreal no hemisfério norte, a porção meridional do nosso planeta também é agraciada por esse belíssimo fenômeno que muda a cor dos céus das noites nas regiões polares do planeta.

Ao contrário da Aurora Boreal que pode ver vista em diversos lugares do hemisfério Norte, uma vez que uma grande porção de terra esta inserida dentro do círulo polar ártico. A Aurora Australis pode ser vista basicamente apenas na Antarctica e em algumas de suas ilhas subantarcticas.

No entanto, as vezes quando acontece uma forte erupção solar, a Aurora Australis ou Southern Lights pode ser ocasionalmente vista na Terra do Fogo, na Tasmânia e na Ilha Sul da Nova Zelândia. Sendo que nesta última, Aoraki Mackenzie Sky Reserve e Stewart Island são os melhores lugares para a observação do fenômeno na Nova Zelândia.

Tenho que admitir que ver a Aurora Australis seria o melhor presente que a Nova Zelândia poderia me dar antes de irmos embora daqui.. Mas além de a previsão do tempo colaborar, o sol precisa fazer a parte dele com uma forte erupção para que o fenômeno aconteça. Vira e mexe acontece de as condições para o fenômeno acontecer se encaixam perfeitamente, mas morando na ilha norte não dá para $implesmente pegar um avião em cima da hora para tentar a sorte em conseguir vê-la.. Quem sabe, por obra do destino, ainda dá certo numa próxima ida à ilha sul.

Por isso, sempre que estou prestes a viajar para essa região, aproveito para dar uma espiadinha aqui para ver as chances de a Aurora Australis estar acontecendo nos próximos dias. #fingerscrossed.

 

Endereço:

Earth and Sky Ltd

State Highway 8, Lake Tekapo

Coordenadas para o GPS:

Latitude Longitude
S 44 00.341 E 170 28.715

 

Oscar Risch participou do Cowan’s Observatory Tour no dia 29 de Novembro de 2014 como convidado da Earth and Sky Ltd. Todas as despesas com transporte e alimentação até Lake Tekapo foram totalmente cobertas pelo autor.  E como parte de nossa política de relacionamento com os leitores, todas as opiniões e impressões refletem a experiência do autor.

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20 Comentários
  1. Gê Azevedo Diz

    Nossa, tô bem mais humilde que você. A noite mais estrelada da minha vida foi no interior do Acre, zona ruralzaça, mas, óbvio, não se compara com o que você viu. E mesmo assim eu já fiquei encantada, porque nunca tinha visto um céu com tantas estrelas. Deve ser indescritível visitar um observatório. E se esse tour que você fez é o simplificado, não consigo nem imaginar o completão! Fotos de cair o queixo! Parabéns!

    1. Oscar Augusto Risch Diz

      O Céu do interior do Acre deve ser lindo também.. É cada vez mais difícil encontrar lugares sem poluição luminosa e atmosférica para contemplarmos as estrelas. Aqui em Hong Kong onde moro atualmente é difícil o dia que conseguimos enxergar elas no céu. Foi realmente uma pena que não consegui fazer o tour completo no Mt. John Observatory, mas o simplificado já foi sensacional.

  2. Viajante Comum Diz

    Depois de tantas tentativas e não sendo o que vc escolheu inicialmente, acredito que deve ter sido uma experiência sensacional! Fiquei aqui só na vontade e com uma certa emoção em pensar na experiência! ??

    1. Oscar Augusto Risch Diz

      É verdade foi difícil conseguir mas quando deu certo mesmo que no tour simplificado foi uma experiência absolutamente memorável.
      Obrigado pela visita 😀

  3. Alessandra Fratus Diz

    Meu tipo de programa TOTAL! Adorei o post. Vocês cada vez mais me incentivando a atravessar o mundo. Muito legal!

    1. Oscar Augusto Risch Diz

      Que legal que você curtiu.. A Nova Zelândia merece as longas horas de vôo. É o país mais bonito que já visitei até hoje no mundo.

  4. Leo Vidal Diz

    Que bom que depois de várias tentativas você conseguiu. Estou na torcida para você ver a Aurora Australis agora e compartilhar conosco.

    1. Oscar Augusto Risch Diz

      Verdade.. Bem eu acabei conseguindo ver a Aurora Australis numa outra oportunidade na Ilha Sul. Foi uma experência absolutamente incrível!!

  5. Adriana Magalhães Diz

    Que DE-LÍ-CI-A de post e que fotos fantásticas. Parabéns. Fiz um desses no deserto do Atacama, realmente é inesquecível

    1. Oscar Augusto Risch Diz

      Que legal!!! O Tour no Atacama deve ser até melhor que esse!! Adoraria ver o céu do deserto mais seco do mundo.
      Obrigado pela visita 😀

  6. amiltonfortes Diz

    Cada post que leio da Nova Zelândia só faz aumentar a minha vontade de conhecer o país. Rumo a 2018, parabéns pelo post!!

    1. Oscar Augusto Risch Diz

      Nova Zelândia é uma país absolutamente fantástico. Sim é relativamente longe, mas a longa viagem super vale a pena.
      Obrigado pela visita e pelo comentário 😀

  7. laurasette Diz

    A minha foi no Deserto do Atacama, no maior observatório público da América do Sul, que tem 10 telescópios. Foi maravilhoso!
    Este tour na NZ parece imperdível também. Amei a Jewel Box 🙂
    Abraço!

    1. Oscar Augusto Risch Diz

      Que legal!!! O Atacama é um dos melhores lugares do mundo. deve ter sido uma experiência fenomenal também. Se tiver post de lá compartilhe com a gente aqui 😀

  8. quartodeviagem Diz

    que post incrível, meu sonho fazer esse tipo de roteiro, pode ser na Nova Zelândia ou no Atacama, deve dar até um arrepio!

    1. Oscar Augusto Risch Diz

      Dá mesmo!!! num lugar como esse você entende o quão pequeno nos somos nesse universo!!

  9. Essa experiência e sem dúvida inesquecível! Gostaria muito de conseguir um dia também observar as estrelas da Nova Zelândia.

    1. Oscar Augusto Risch Diz

      Só digo uma coisa… É um programa inesquecível!!!

  10. laurasette Diz

    Oi, Oscar! Tenho sim 🙂
    Não especificamente sobre o tour, mas ele é um dos meus 7 motivos para se apaixonar pelo Atacama:
    http://7cantosdomundo.com.br/7-motivos-para-se-apaixonar-pelo-deserto-do-atacama/
    Espero que gostem! 🙂

    1. Oscar Augusto Risch Diz

      Legal!!! Vou lá espiar 😀

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