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Guia de Chiang Rai: Explorando o norte da Tailândia

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Explorando o extremo norte da Tailândia

Quando pensamos na Tailândia, os primeiros destinos que a maioria das pessoas associam ao país são destinos relativamente bem conhecidos como Bangkok, as praias da costa do Mar de Andaman ou no máximo Chiang Mai. O fato é que a Tailândia é um país que vai muito além desses destinos. Trata-se de um país absolutamente incrível, com paisagens diversas, cultura excepcionalmente fascinante e um povo tão simpático que quando você visita o país, não dá mais vontade de ir embora. Depois de morar em Singapura, se eu tivesse a oportunidade de escolher um outro país para morar no Sudeste Ásiático, a Tailândia certamente seria minha opção número 1.

Além disso tudo, sempre vale à pena mencionar a riquíssima e variada culinária tailandesa, os extravagantes mercados noturnos, os coloridos mercados locais, as deliciosas comidinhas de rua, os exóticos templos e claro as relaxantes massagens tailandesas. Coisas que combinadas com o custo baixo das coisas por lá, fazem da Tailândia um dos países mais visitados da Ásia.

No post de hoje, quero levar vocês para conhecer um pouquinho mais sobre o extremo norte da Tailândia, mais especificamente Chiang Rai no “Golden Triangle”, na região de tríplice fronteira entre a Tailândia, Myammar e Laos. Uma região linda e cheia de surpresas agradáveis.

Vamos lá?

Chiang Rai: Porta de entrada para o triângulo dourado

Também conhecida como a porta de entrada para o “Triângulo Dourado”, Chiang Rai fica na zona de convergência dos Rios Ruak, Mekong e Kok na região da tríplice fronteira entre a Tailândia, Laos e Myammar.

Localizada na província de mesmo nome, a cidade de Chiang Rai está localizada em meio a um vale fértil e banhada pelo Kok River e a cerca de 180 km ao norte de Chiang Mai, a maior e mais famosa cidade do norte da Tailândia. Montanhosa e cercada pelo poderoso rio Mekong, a província de Chiang Rai é ​​um verdadeiro parque de diversão para quem procura aventura e paisagens deslumbrantes.

Embora tenha crescido muitos nos últimos anos, especialmente graças ao desenvolvimento do turismo, Chiang Rai tem um aspecto bem menos comercial do que Chiang Mai e conseqüentemente uma atmosfera mais relax e interiorana.

A região encontrou sua verdadeira vocação turística nos últimos anos, até poucos anos atrás a região do “Golden Triangle” era dominada por gangues e quadrilhas, naquilo que era conhecido um dos principais pólos produtores de ópio na Ásia. Nessa região de fronteira entre Laos, Tailândia e Myammar haviam centenas de campos de papoula de onde se extraia o ópio, base para a produção de heroína e outras drogas.

Felizmente, graças a vontade política e o esforço pessoal de alguns indivíduos, as antigas plantações de papoula foram desaparecendo ao longo dos últimos anos e substituídas por outras culturas agrícolas como o café, ervas medicinais, frutas, etc.

Embora a produção de Ópio na região não tenha sido completamente erradicada (ainda presente em Myammar), podemos dizer que o que restou desse tempo nefasto dominado pelo comércio ilegal de opióides foi apenas a história, a qual é contada em detalhes no interessante Museu do Ópio de Chiang Rai. Vale à pena conhecer por sinal.

Graças ao turismo, a cidade de Chiang Rai é hoje, a principal base para quem pretende viajar pela região do Golden Triangle. Chiang Rai ganhou fama internacional no final do século passado, quando um conceituado artista contemporâneo tailandês resolveu construir um templo da cidade com seu próprio dinheiro. O famoso White Temple, uma das atrações turísticas mais fotografadas de toda a Tailândia.

História de Chiang Rai

Chiang Rai foi fundada em 1262 pelo Rei Mengrai, tornando-se a primeira capital da então poderosa Dinastia Lanna. Posteriormente, em 1615, Chiang Rai foi conquistada pelos Burmeses de Myanmar que governaram a cidade até 1786 quando Chiang Rai foi anexada ao Reino de Sião, fazendo desde então, parte da Tailândia.

Apesar de restarem relativamente poucos vestígios arqueológicos de seu passado, Chiang Rai tem uma história bastante rica. Sua localização estratégica, perto da tríplice fronteira, fez com que a cidade desde muito cedo se torna-se um centro comercial muito importante da bacia do rio Mekong.

Ao mesmo tempo, seu sucesso econômico e militar despertou a cobiça dos vizinhos. O que fez com que, ao longo de sua história, a cidade sofresse bastante com as freqüentes guerras. Especialmente entre a Tailândia e Myammar (antiga Birmânia).

Embora seja 33 anos mais velha que Chiang Mai, sua proximidade com a fronteira e vulnerabilidade à ataques inimigos fizeram que Chiang Rai perdesse o título de capital da dinastia Lanna muito antes da dominação burma, quando Chiang Mai (cuja tradução é cidade nova) foi fundada a cerca de 180 km ao sul de Chiang Rai.

Sendo assim, Chiang Rai se tornou subordinada à Chiang Mai. E essa é a principal razão que não necessariamente encontramos o explendor arquitetônico que encontramos em Chiang Mai que foi a capital da dinastia Lanna por quase 350 anos e desde então, a principal cidade do norte da Tailândia.

Em 1933, Chiang Rai foi proclamada uma província da Tailândia. Porém o retorno aos tempos áureos só aconteceu nas últimas décadas. Tanto que durante um longo período durante o século 19, a cidade foi mais ou menos abandonada, com apenas algumas centenas de famílias que morandi dentro das ruínas das antigas muralhas da cidade.

A prosperidade retornou à Chiang Rai à partir de 1970, e sua população não para de crescer desde então. Saltando de menos de 10.000 pessoas nos anos 70 para cerca de 100.000 pessoas nos dias de hoje. E esse número, tende a crescer ainda mais nos próximos anos.

Chiang Rai nos dias de hoje

A Chiang Rai dos dias de hoje tem relativamente pouco a oferecer no quesito beleza estética ou de atmosfera exótica. Especialmente quando comparada com Chiang Mai. Sendo, na maior parte, uma típica capital provincial tailandesa. No entanto, nos últimos 15 anos, tem desfrutado um considerável boom turístico. Graças à sua proximidade com o lendário Triângulo de Ouro e sua conveniência como base para expedições de trekking nas montanhas próximas, ganhou o título de Porta de Entrada para o “Golden Triangle”.

Vários novos hotéis, restaurantes e lojas, especialmente às margens do rio Kok, criam uma ótima infra-estutura que atendem turistas estrangeiros. Além disso, você encontra inúmeras agências que organizam passeios e visitas às atrações locais.

Templos de Chiang Rai

A Tailândia é famosa por seus belíssimos templos, em Chiang Rai o Wat Phra Singh, na Singhakai Road, uma vez abrigava a venerada imagem conhecida como Phra Buddha Si Hing, que agora se encontra no templo do mesmo nome em Chiang Mai. No lugar da original, existe uma réplica de Wat Phra que é mantida no templo de Chiang Rai.

Wat Phra Sing, Chiang Rai, Tailândia

O Wat Phra Keo na Ruang Nakorn Road, contém uma imagem de bronze de Chiang Saen e um chedi reconstruído no século XVI. E onde em 1436 o famoso Buddha Esmeralda, que encontra-se no Wat Phra Kaew, no complexo do palácio real de Bangkok, foi descoberto.

Wat Phra Keo, China Rai, Tailândia

O Wat Ngam Muang é um outro templo famoso de Chiang Rai e conta com um antigo chedi com os restos mortais do rei Mengrai. Já o Wat Doi Tong está localizado no alto de uma colina e propiscia uma bela vista do vale do Kok River.

Wat Ngam Muang, Chiang Rai, Tailândia
Wat Ngam Muang, Chiang Rai, Tailândia

Wat Rong Khun : O famoso templo Branco de Chiang Rai

Além dos templos mencionados acima, temos o Wat Rong Khun. Também conhecido como Templo Branco de Chiang Rai, ele é um dos principais templos da Tailândia. E ao contrário da maioria dos templos turísticos do país, que são históricos e antigos, o White temple é uma construção moderna, edificada na década de 1990.

White Temple

Projetado por um artista local chamado Chalermchai Kositpipat, ele foi construído para ser tanto um templo budista quanto um templo hindu. De acordo com o projeto, Chalermchai projetou o Wat Rong Khun em um estilo que combina a estética da disnastia Lanna e um com um toque pessoal que lembra um pouco a catedral da Sagrada Família de Antonio Gaudi em Barcelona.

Tailândia

Com uma trama florida combinando fantásticas representações de criaturas míticas e atualidades. A atenção aos detalhes são bastante características em sua obra. O interessante é que novos templos raramente são construídos na Tailândia e a maioria dos que são construídos nos dias de hoje estão de acordo com um modelo padrão baseado no padrão dos templos de Bangkok, às vezes, independentemente do caráter regional. Esse foge bastante desse padrão.

Inteiramente construído na cor branca e com milhares de pedaços de espelho formando mosaicos, que brilham com o reflexo do sol. O White Temple de Chiang Rai é uma verdadeira obra de arte, que seria ainda mais perfeita se tivesse sido construído numa área melhor e não literalmente ao lado da estrada que liga as duas principais cidades do norte tailandês.

Quando se chega ao Wat Rong Khun, a primeira impressão é bem tocante, pois o templo parece radiante, devido a milhares de pedacinhos de espelhos que há em seu revestimento externo. Para entrar no interior do templo pela entrada principal, se passa por um caminho suspenso onde há vários mãos desesperadas pedindo ajuda, as quais representam o mal e as trevas.

No seu interior você encontra uma série de pinturas e ilustrações que você jamais imaginaria encontrar no interior de um templo tailandês. Infelizmente não se pode tirar foto.

Baan Dam: O “templo negro” de Chiang Rai

Ao contrário do imaculado Wat Rong Khun (White temple), o Baan Dam ou “black temple” tem linhas sombrias e escuras. Se o white temple é uma espécie de paraíso, o Baan Dam poderia ser o inferno. Embora o “templo negro” seja conhecido como templo, em sua essência ele é um museu, com uma curiosa coleção de construções, esculturas e outras obras, que tem o inferno e a morte como como fonte inspiradora.




O Black Temple é cercado por árvores que involuntariamente criam uma atmosfera misteriosa e escura. O edifício principal, construído em madeira escura e quase sem iluminação interior abriga vários itens. E que vão desde ossos de animais e animais empalhados, instrumentos de caça dos povos primitivos, até peças contemporâneas.

A maioria das coisas que vemos nesse local foi construída por um outro artista tailandês chamado Thawan Duchanee. As exposições e o design inovador da obra será certamente uma experiência diferente. Principalmente se você visitar o Black and White Temples no mesmo dia. Uma experiência de profundo impacto visual!

Rong Sea Tean Temple: O templo azul de Chiang Rai

Provavelmente o mais novo e desconhecido templo de Chiang Rai. O templo azul foi construído por um estudante do Chalermchai Kositpipat, o artista que construiu o famoso Templo Branco de Chiang Rai.

Sua construção começou em outubro de 2005 e terminou em janeiro de 2016. Ou seja quando visitei o local, ele estava novinho em folha com menos de 1 ano desde a sua inauguração.

Ocupando uma área de 6 hectares. A cor azul do templo aparentemente representa o Dharma, o código de moral da virtude de Buda que se espalhou por todo o mundo tornando-se a doutrina da religião. Este templo mostra a arte budista contemporânea riquíssima em detalhes. Muito interessante.

Vilarejos das minorias étnicas do norte da Tailândia

Além dos templos e atividades ao ao livre, quando visita Chiang Rai e o norte da Tailândia, um programa bastante popular é conhecer as Hill tribes, ou tribos da montanha que habitam essa região do Golden Triangle. Ao todo, dez-doze grupos étnicos reconhecidos na região.

Cada qual com diferentes histórias, hábitos, formas de ornamentação, artesanato e idiomas, os quais aparente convivem em harmonia.

Em vias de extinção, essas tribos se sustentam através do turismo, da agricultura de subsistência e de donativos. Apesar de fotograficamente falando extremamente interessante, achei o programa eticamente questionável. Já que de certa forma não passa de um zoológico humano.

Ao mesmo tempo, se não fosse pelo turismo o processo de assimiliação cultural causado pela globalização provavelmente já teria descaracterizado os costumes desses povos do norte da Tailândia. Mas ao mesmo tempo que o turismo pode ser utilizado para conservar os costumes desses povos, ele manejado de forma errada pode ser um catalizador o desaparecimento desses costumes.


Passeios e interação com elefantes no Norte da Tailândia

Outro tipo de atividade turística que sempre gera debates éticos, especialmente na Tailândia, são atividades envolvendo animais. Mais especificamente elefantes. Quem nos conhecem sabe que somos apaixonados por elefantes e essa viagem ao norte da Tailândia foi motivada em parte pela oportunidade de vermos e interagirmos com esses animais de maneira eticamente responsável. 

Depois de uma boa pesquisa, acabamos encontrando o elephant steps que proporciona uma experiência inesquecível com esses incríveis animais na floresta sem que eles sejam explorados como em muitas outras atrações do gênero que encontramos em vários destinos do sudeste asiático . Eventualmente posso até escrever um post contado mais sobre a nossa experiência.

Outras atrações de Chiang Rai

Chiang Rai Night Bazaar – Como toda cidade tailandesa com apelo turístico, o Night Bazar é um mercado noturno com diversos produtos locais, souvenirs e dezenas de restaurantes, com apresentações de performances culturais. Ótimo lugar para fazer foot reflexology depois de um dia de passeio.

Saturday Night Walking Street – Se você estiver em Chiang Rai no final de semana, não deixe de visitar o Saturday Night Walking Street. Todos os sábados durante a noite, centenas de produtores expõem suas mercadorias, que vão desde artesanato até quitutes da culinária local. O local é tomado por turistas e moradores locais. Excelente oportunidade para se aventurar pelos quitutes da culinária local.

Onde ficar hospedado em Chiang Rai

O que não faltam em Chiang Rai são opções de hospedagens que agradam todos os públicos e bolsos. Desde aqueles que gostam de aventura até aqueles que não abrem mão do luxo e conforto. Resumindo: É muito fácil escolher onde ficar em Chiang Rai.

Adorariamos ter ficado hospedados no Four Seasons Tented Camp Golden Triangle. Famoso por ser um dos Melhores Hotéis da Ásia, ele na verdade tem o “price to match” com diárias que chegam até 3-5 mil USD. Nesse preço além do padrão Four Seasons você pode passear com seu próprio elefante, além de outras atividades exclusivas. Fica para uma próxima oportunidade.

Acabamos nos hospedando no também excelente e affordable Le Meridien Chiang Rai usando 3000 pontos/noite do programa fidelidade SPG. Com excelente custo benefício o hotel está bem localizado numa área às margens do Kok River e com vários restaurantes deliciosos a poucos minutos de caminhada do hotel. Num dos dias aproveitamos para fazer massagem no hotel e a massagem foi incrível. Reserve sua hospedagem no Le Meridien em Chiang Rai aqui.

Outra opção interessante é ficar em Wat Rong Khun. Apesar de estar 12 km afastado do centro de Chiang Rai, boa parte dos turistas que visitam Chiang Rai preferem hotéis próximos ao Templo Branco. Pesquise Hotéis próximos ao Templo Branco em Chiang Rai.

Para quem quer ficar no centro, a região da famosa feira noturna que acontece aos sábados, é excelente para escolher um hotel, por ser bem central e agitada. Pesquise hotéis na região cental de Chiang Rai

Para quem estiver viajando com orçamento apertado, pertinho da rodoviária e importantes pontos turísticos, estão muitas das opções mais econômicas de Chiang Rai. Pesquise lugares para ficar perto da estação rodoviária de Chiang Rai.

Como chegar em Chiang Rai

Chiang Rai possui um “aeroporto internacional”, que no momento atende a 2 vôos semanais para Hong Kong com a HK Express. Fora esses vôos internacionais aeroporto de Chiang Rai (CEI) é basicamente doméstico, conectando principalmente Bangkok, Phuket e Chiang Mai.

Como a cidade está localizada a aproximadamente 180 km ao norte de Chiang Mai, o mais comum é chegar até ela por via terrestre vindo de Chiang Mai. Em nossa viagem ao norte da Tailândia optamos em fazer uma viagem em Open Jaw. Embarcamos de Hong Kong para Chiang Rai com a HK Express e voltamos para Hong Kong de Chiang Mai.

Como ir de Chiang Rai para Chiang Mai e vice e versa

É possível ir de uma cidade para a outra de quatro formas: ônibus, carro com motorista, alugando um carro ou em um tour de um dia. Nós optamos em ir com um carro com motorista que reservamos com a Chiang Mai Mini Bus.

Chiang Rai

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18 Comentários
  1. Mapa na Mão Diz

    Que emoção ler este post e ver quanta coisa linda e diferente tem por aí. Eu tenho loucura de conhecer o templo branco, mas o Wat Phra Sing também é magnífico, né? Ah, e os elefantes, coisa mais linda. Amei!

    1. Oscar Augusto Risch Diz

      O templo branco é muito interessante.. A localização e meio decepcionante para dizer a verdade. Acho que eu gostei mais do Templo azul. Obrigado pela visita 😀

  2. Alessandra Fratus Diz

    Oscar, adorei as fotos e o post, como sempre! Muito interessante. Estive na Tailândia, mas apenas em Bangkok, a caminho de Myanmar. Pretendo voltar o mais rápido possível pra conhecer tudo isso! Abração.

    1. Oscar Augusto Risch Diz

      Legal que você gostou!! A Tailândia é um país incrivelmente surpreendente e Bangkok é apenas a pontinha do iceberg. Obrigado pela visita 😀

  3. Carol Busiquia Diz

    Que super matéria!! Com certeza é um lugar com uma energia incrível! Senti a paz só olhando as fotos dos templos!
    Mas confesso que amei a parte dos elefantes e da feirinha aos sábados kkkk não deixaria por nada esses dois programas de fora do roteiro. Parabéns!!

    1. Oscar Augusto Risch Diz

      Legal que você gostou.A região tem uma energia incrível mesmo. Os elefantes são sem sombra de dúvidas um dos principais motivos pelo os quais fomos para lá passear. Infelizmente esse tipo de turismo tem crescido de forma desordenada e então é muito importante escolher com cautela qual operador escolher, fora isso a experiência de interagir com os elefantes é inesquecível!!
      Obrigado pela visita

  4. Deisy Rodrigues Diz

    Oscar você me fez viajar na história de Chiang Rai, cheguei nesse post sabendo praticamente nada sobre a cidade e agora estou fascinada por esse lindos Templos de diversas cores e formas, pra quem estiver planejando conhecer Chiang Rai o post está perfeito. Suas fotos estão lindas, parabéns.

    1. Oscar Augusto Risch Diz

      Olá Deisy, que legal!! Fico muito feliz em saber que levei você viajar através do meu post. Fico ainda mais realizado em saber que você pouca coisa sabia sobre o lugar e que agora sabe um pouco mais. Obrigado pela visita e pelos elogios às fotos.

      Obrigado

  5. Gisele Teixeira Diz

    Adorei conhecer melhor os muitos templos tailandeses. Deve ser uma passeio incrível e com muita energia! Parabéns pelo post!

    1. Oscar Augusto Risch Diz

      Legal que você curtiu 😀 É uma experiência incrível e que rende ótimas fotos

  6. Andrea Diz

    Simplesmente B A B E I nas fotos e amei a história. Arquitetura peculiar e linda. Viajei com vc Oscar e agora preciso desfrutar pessoalmente de tudo isso. Parabéns pelo post.

    1. Oscar Augusto Risch Diz

      Legal saber que você curtiu as fotos!! A Tailândia é uma pais muito exótico e repleto de misticismo que todo mundo deveria ter a oportunidade de um dia conhecer. Obrigado pela visita

  7. Pedro Henriques Diz

    Ainda me lembro como fosse ontem da viagem a Chiang Rai! Adorei ver o Templo Branco e a sua arquitetura genuina e imponente, apesar de ser recente. Gostei da forma como estruturaste o artigo, super completo, detalhado com fotos excelentes. Obrigado por me fazeres lembrar dessa grande viagem!

    1. Oscar Augusto Risch Diz

      Obrigado pela visita!!
      Abs

  8. Gisele Ramos Diz

    Que lugar encantador! A Tailândia merece um roteiro de vários dias, tem muita coisa pra conhecer além de Bangkok!

    1. Oscar Augusto Risch Diz

      Com certeza !! Dá para passar um mês inteiro de ferias e não vai dar para ver a fazer tudo o que o país tem a oferecer.
      Obrigado pela visita

  9. Roberta Lan Diz

    Gente, que post mais completinho! Que coisa mais maravilhosa!!! Adoro esses roteiros que saem do feijão com arroz. Tô apaixonada aqui pelo templo branco! <3

    1. Oscar Augusto Risch Diz

      Oi Roberta.. Você que tem blog sabe como dá trabalho organizar um post completinho assim. Fico feliz que você gostou. O templo branco é incrível mesmo!! Obrigado pela visita