Parque Nacional EUA

Guia para o Olympic National Park

por / 5 Comentarios / 28/10/2013

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O Olympic National Park é um dos 10 parques nacionais mais visitados dos EUA. Recebendo anualmente cerca de 3 milhões de visitantes, este surpreendente parque nacional americano combina num só lugar montanhas com picos nevados, densas florestas de pinheiros e um litoral rochoso magnífico.

Ocupando uma área de aproximadamente 374 mil hectares, o Olympic National Park está localizado na Olympic Peninsula na porção noroeste do estado de Washington a poucas horas de carro de Seattle. E nele, encontramos 3 paisagens/ecossistemas completamente distintos, que proporcionam aos visitantes experiências completamente diferentes e que ao mesmo tempo se complementam.

No passado, antes da chegada dos primeiros exploradores europeus, toda esta região era dominada por diversas tribos indígenas que viviam em relativa harmonia com o ambiente. Os espanhóis foram os primeiros exploradores a aparecer na região em 1775, ocupando uma pequena porção da costa da Olympic Peninsula na altura da desembocadura do Quinault River. Porém, pelo visto não gostaram do clima frio e chuvoso da região e os freqüentes ataques por parte dos indígenas, e abandonaram a área 5 meses depois.

13 anos mais tarde, em 1788, vieram os ingleses representados pela figura do capitão Inglês, John Meares. Ele navegou pela costa da região e ficou tão impressionado com as montanhas deste trecho do litoral noroeste dos EUA que em analogia a morada dos deuses gregos batizou o local de Monte Olimpo (Olympic Mount).

Apesar de não existirem registros escritos deste batizado, o nome seria oficializado quatro anos mais tarde pelo capitão George Vancouver. O qual inseriu o nome da cadeia de montanhas (Olympic Mountains) em seus mapas, os quais foram posteriormente enviados para Londres e batizando assim, de forma definitiva, o Olympic Range ou Montanhas do Olímpo.

Mas foi apenas na segunda metade do século XIX que os primeiros exploradores europeus passaram a se fixar de fato na região. Atraídos pelos abundantes recursos naturais , estes exploradores instalaram-se em diversos locais ao longo da costa. Geralmente próximo a foz dos rios. Tanto que Port Townsend é reconhecida como o primeiro assentamento americano permanente na Olympic Peninsula e data de 1851. Port Angeles, hoje a maior cidade da península, seria criada  11 anos mais tarde em 1862.

A exploração dos recursos naturais da região correu solta anos a fio. Até que no início do século XX, preocupados com a depredação do patrimônio ambiental da região, criou-se o Mount Olympus National Monument em 1909. Inicialmente concebido para proteger apenas as florestas de pinheiros e geleiras do Mount Olympic, a região receberia um “upgrade” de status conservacionista alguns anos depois. E em 1938 finalmente se tornaria um parque nacional no sentido pleno da palavra. Protegendo tanto as montanhas quanto as florestas e o litoral da Olympic Peninsula.

Atualmente ocupando quase 3/5 de toda a Olympic Peninsula, o Olympic National Park é um enorme maciço de florestas e montanhas que se elevam em seus pontos mais altos em mais de 1500 metros de altitude desde o nível do mar. E em função desta variação de altitude e da latitude de onde o parque se encontra, encontramos no local uma surpreendende diversidade de paisagens e ecossistemas.

Mas o que torna este parque um lugar tão especial na minha opinião, não são apenas as montanhas e florestas. Mas predominantemente o fato de o parque estar localizado numa península banhada pelas águas geladas do pacífico numa formação geológica interessantíssima.

Formada durante a era glacial, a península do Olympic National Park é conhecida por sua razoável diversidade biológica. Afinal de contas encontramos por alí, pelo menos 8 espécies de plantas e 15 espécies de animais que não são encontradas em nenhum outro ponto de nosso planeta. Um número de espécies endêmicas bastante expressivo para uma região acima do trópico de câncer.

Pensando na preservação deste patrimônio, em 1981, o parque foi tombado como patrimônio mundial da humanidade pela Unesco. E desde 1988, 95% de toda a área do parque é considerada área selvagem de uso controlado. Com este status uma série de medidas foram adotadas pelo NPS (National Park Service) para minimizar o impacto das atividades humanas no interior e até mesmo no entorno do parque. Entre elas a proibição total na construção de novas estradas e uso restrito de embarcações motorizadas nos lagos, rios e baías do parque.

E apesar destas limitações, o parque pode ser praticamente totalmente visitado apesar de sua relativa difícil acessibilidade. E independentemente da estação que se visita o parque, sempre existe uma série de atividades e opções disponíveis para explorar a beleza deste curioso ecossistema:  Seja num simples passeio de carro ao longo da US Highway 101, uma trilha pelo interior do parque, um piquenique ao ar livre ou mesmo esqui cross country em Hurricane Ridge, ou uma simples caminhada por algumas das inúmeras praias de seu incrível litoral.

Para entender um pouco os diferentes ecossistemas e paisagens do Olympic National Park

Montanhas

Localizadas na porção central do Olympic National Park, está é uma das regiões de mais difícil acesso de todo o parque. Para visitantes normais (que não se aventuram a fazer trilhas por dias a fio) existe uma salvação. É possível subir até ao alto de uma delas no conforto de seu carro através da Hurricane Ridge Road.

A estrada é sinuosa, mas leva o visitante da altura de Port Angeles ao nível do mar (US Highway 101) até o Hurricane Ridge Visitor Center a mais de 1500m de altitude. O visual pelo caminho já incrível. Mas lá em cima é arrebatador. E mesmo em Maio, ainda havia muita neve pelo caminho antes de chegarmos ao pico. Lá de cima é possível observar-se algumas geleiras, dentre elas o Glacier Hoh, com cerca de cinco quilômetros de extensão, por sinal, está é uma das maiores geleiras dos EUA continental.

O cume mais alto visto de Hurricane Ridge é o Mount Deception, que se erge a 7,788 pés (2.374 m) de altitude.

Florestas temperadas úmidas

Toda a porção oeste do parque está coberta por uma exuberante floresta temperada úmida. Assim como acontece com as sequóias (Redwoods) na costa da Califórnia e Oregon, é a umidade trazida pelo Oceano Pacifico que propicia o desenvolvimento desta peculiar tipologia vegetal que pode ser vista em diversos pontos ao longo da Highway 101 no caminho para o litoral.  E pode ser visitada “a fundo” no Hoh Rain Forest Visitor Center.

A tipologia florestal encontrada nesta região é particularmente dominada por e espécies de coníferas como o Sitka-Spruce e o Abeto Douglas. Porém também é possível encontrar outros indivíduos como as seqúoias costeiras (Redwoods). Espécies folhosas são praticamente inexistentes e quando presentes, geralmente ocupam apenas o sub bosque da floresta.

Toda esta floresta tem como característica e necessidade de sobrevivência um elevadíssimo grau de umidade. A umidade do local é visível até para quem não é Engenheiro Florestal e pouco entende de florestas. Basta observar a alta incidência musgos nas cascas das árvores, para perceber que estamos em um local que depende totalmente da água para existir.

Tanto que na porção ocidental do Olympic National Park a precipitação acumulada é de cerca de 150 polegadas (3800 mm) ao ano. O que faz desta área um dos locais mais chuvosos e úmidos de todo os Estados Unidos (perdendo provavelmente apenas a ilha de Kauai, no estado do Havaí).

Já na porção oriental do parque, o clima é notavelmente mais seco. Em ocorrência das chuvas orográficas ocasionadas pelas montanhas do Olympic Range a diferença no volume de precipitação chega a casa dos 2000 mm anuais. E isso é notório na vegetação. As árvores, em média, são bem menores, e o sub bosque da floresta é bem menos denso. Isso sem falar que não há ocorrência natural de Sitka Spruce e quase não existe musgo nas árvores.

Litoral

Esta porção do parque responde por menos de 15% de sua área total, e é caracterizada por um litoral rochoso com grandes monólitos de pedras e costões que avançam mar adentro geralmente com floresta de pinheiros chegando até a zona de influência marinha. Suas praias são de areia grossa e escura e algumas delas com muitas pedras roladas.

E apesar de a porção costeira do parque não ser fisicamente conectada com a parte central do parque onde se encontram as montanhas e as florestas, uma das coisas que chamam bastante atenção nesta área é a quantidade de árvores mortas inteiras depositadas pelo mar nas praias. Estas árvores, por sua vez, são trazidas geralmente inteiras pelos rios que deságuam na região durante as tempestades. Uma característica que dá um charme especial ao local.

Com aproximadamente 117 km de litoral protegido pelos limites do Olympic National Park, esta costuma ser a região mais visitada e explorada do parque. Porém dias de tempo bom são raros por ali. Afinal de contas, as montanhas do Olympic Range  “seguram” a umidade do oceano. O que acaba formando as chuvas essenciais para o desenvolvimento da floresta temperada úmida de coníferas.

Nesta região visitamos La Push e Rialto Beach na foz do Bogachiel River. Toda esta região, juntamente coma pequena cidade de Forks foi utilizada como cenário para o filme da série Twilight. Por isso, o que não faltam por alí são referencias ao filme. Vampiros e lobisomens certamente devem der dado um boost considerável no turismo e economia local.

Além de La Push e Rialto Beach, entre Ruby Beach e Queets o visitante pode facilmente chegar ao litoral. Neste trecho de cerca de 17 km, a US Hihgway 101 corre praticamente paralela à costa e existem diversos pontos de paradas que com uma caminhada de 5-10 minutos levam o visitante até o pacífico.

Apesar deste passeio ter sido apenas uma viagem de bate e volta à partir de Seattle, aproveito para reunir algumas dicas úteis para quem quiser visitar o Olympic National Park. (Preferencialmente em pelo menos 2 dias para explorar melhor as atrações).

1. Como chegar ao Olympic National Park?

Existem diferentes maneiras de chegar ao Olympic National Park, a mais comum delas é de carro e o caminho a ser adotado vai depender de seu ponto inicial de partida. Nós saímos de Seattle de Ferry até Brementown e eu particularmente recomendo fazer o trajeto (Olympic Loop) no sentido anti-horário através da Highway 101:

Eis aqui algumas opções de como chegar ao Olympic National Park:

  • De South Seattle ou Tacoma – Seguindo em direção ao Sul em direção a Tacoma e de lá cruzando para para a Olympic Peninsula pela WA 16
  • De centro de Seattle – Tomando a Balsa/Ferry para Bainbridge Island ou Bremerton e de lá seguir em direção a Port Angeles.
  • De North Seattle – Tomando o ferry que sai de Edmonds e que vai para Kingston e de lá continuando para o oeste pela WA 104 até chegar a US Highway 101
  • De Anacortes ou Whidbey Island – Tomar o ferry para Port Townsend e continuar para oeste até encontrar a Highway 101
  • De Olympia ou outras localidades ao longo da Interstate 5 (incluindo Portland OR) – tomar a US Highway 101 North e seguir por ela até Port Angeles

Os Ferries ajudam a diminuir o tamanho da viagem em quase 150 Km para quem sai de Seattle.  Mas vale lembrar que nos meses de verão, especialmente nos finais de semana e feriados, os ferries podem ter filas gigantescas, o que pode fazer o trajeto via Olympia valer mais à pena. Consulte os horários dos Ferries aqui.

 

2. Como se locomover pelo Olympic National Park

Como acontece em praticamente todos os parques nacionais americanos, a forma mais simples, fácil e prática para se chegar e até mesmo explorar o Olympic National Park (ONP) é de carro. E mesmo que você chegue de avião ou barco em Port Angeles, vai precisar alugar um para visitar os locais de interesse.

No entanto, ao contrário da grande maioria dos parques nacionais que já visitamos nos EUA, praticamente não existem estradas cortando/atravessando o parque. O acesso as principais atrações “visitáveis” no parque se dá pela US Highway 101, a qual praticamente circunda toda a Olympic península ao redor do Olympic National Park.

A partir dela (US Highway 101), partem inúmeras estradas para alguns dos pontos de interesse do parque. Como é o caso do: Hurricane Ridge, Elwha, Sol Doc, Hoh. Ou as localidades de Kalaloch, La Push, Rialto Beach, Alava Cape e Neah Bay na costa do pacifico.

Para ter uma idéia das distâncias entre um ponto ao outro no parque consulte esta tabela (valores em milhas)

 

3. Quanto custa visitar o Olympic National Park?

Para visitar o Olympic National Park, o NPS (National Park Service) cobra uma taxa de todos os veículos e pessoas que entram no parque. Esta taxa é cobrada uma única vez e tem validade de uma semana (sete dias) desde que você guarde o recibo que geralmente é afixado num mapa que você recebe ao entrar no parque pela primeira vez, você pode entrar e sair do parque quantas vezes quiser.

A taxa de entrada custa 15 USD para veículos não-comerciais com até 5 passageiros, e 5 USD para pessoas de moto, bicicleta ou à pé.

Porém quem pretende visitar outros parques nacionais, florestas nacionais, monumentos, sitios históricos controlados pelo NPS, minha sugestão é considerar a compra do Passe Anual Interagências (Anual Interagency Pass). Ele custa 80 USD e permite a entrada na maior parte dos sítios recreacionais federais dos EUA. Se você for visitar os 3 Parques Nacionais  da região (Olympic, Mount Rainier e Cascades)  comprar o parque já compensa. Lembrando que vale para todos os Parques Nacionais dos EUA e tem validade de 1 ano.

VEJA TAMBÉM: Todos os posts sobre o estado de Washington nos EUA

 

4. Qual a melhor época do ano para visitar o Olympic National Park?

Essa é uma pergunta que depende muito do objetivo da sua visita. Mas de uma forma geral a melhor época para se visitar o Olympic National Park é durante os meses de verão. Nesta época (Julho, Agosto, Setembro) chove menos e as temperaturas são mais propícias as atividades ao ar livre. Lembrando que o parque possui uma extensa rede de trilhas com mais de 1050 Km para caminhadas, e muitas delas levem até 1 semana para serem completadas.

Uma característica única do Olympic é a oportunidade de o visitante fazer caminhadas com acampamento ao longo da praia. O comprimento da linha de costa do parque é suficientemente grande para vários dias de caminhada. Mas é preciso estar ciente de que a maré tem que ser levada em consideração.Em diversas partes quando a maré está alta a arrebentação bate diretamente nas falésias. Lembrando que para acampar no Parque é necessário tirar uma licença num dos centros de visitantes.

Durante o inverno, o popular mirante conhecido como Hurricane Ridge oferece além de vistas fantásticas, a rara oportunidade de esquiar e praticar snowboard e Cross Country dentro de um Parque Nacional. Quem opera as atividades esportivas nesta área do parque é o Hurricane Ridge Winter Sports Club que opera tanto o Hurricane Ridge Ski quanto uma área voltada para o Snowboard. Nesta época do ano, apenas veículos com correntes e tração nas quatro rodas conseguem e tem permissão para subir até o Hurricane Ridge Visitor Center.

No outono e primavera geralmente chove bastante, porém a grande vantagem de se visitar o parque nesta época do ano é o fato dele não estar tão cheio. Em Maio, quando visitamos o parque, ainda testemunhamos um lindo espetáculo das flores. Mas adoraria ter pego um dia de céu azul para completar o passeio e tirar fotos melhores. O Outono por sua vez não deve ter lá muita graça já que são poucas as espécies folhosas (potencialmente mudariam de cor) nesta tipologia florestal.

5. Como é o Clima do Olympic National Park ao longo do ano?

 Como tudo no Olympic National Park, o clima é extremamente variável, de época para época e um lugar para outro. Os visitantes devem estar preparados para uma vasta gama de condições. Capa de chuva e roupas em camadas são essenciais para quem for fazer trilha.

Em geral, a Olympic Peninsula tem um clima com forte influência marinha. Seus verões são moderados e agradáveis e invernos frios e úmidos. No verão as temperaturas podem passar dos 35o C, mas em média ficam na casa dos 15-25oC. No inverno as temperaturas podem ficar bem negativas nas montanhas e permanecer na faixa dos 10o C no litoral.

  Julho, Agosto e Setembro são os meses mais secos do ano. E enquanto no litoral os invernos são relativamente amenos, nas montanhas nevascas são comuns com acumulações frequentemente superiores a 25 cm.

Para maiores informações a respeito das médias de precipitação consulte a tabela.

Climograma Olympic National Park  414x1024 Guia para o Olympic National Park

 

6. Onde se hospedar no Olympic National Park?

Assim como em vários outros parques nacionais que já visitamos nos EUA, no Olympic National Park existe uma empresa concessionária que explora as opções de acomodação e alimentação dentro dos limites do parque. No caso do Olympic National Park a empresa concessionária é a Aramark Parks and Destinations.

Dentro dos limites do Olympic National Park existem cinco opções de hospedagem. São elas:

 

Agora para quem quiser ficar fora do parque, basta procurar um hotel ou B&B nas seguintes localidades:

  • Norte da Olympic Peninsula: Port Angeles, Sequim, Port Townsend, Forks, Sekiu e Clallam Bay.
  • Hood Channel Area: Hoodsport, Lake Cushman, Belfair e Shelton
  • Lake Quinault: Lake Quinault e Amanda Park.

Visitando o Parque:

Nós visitamos o parque num bate e volta de um dia à partir de Seattle. Saímos cedinho de Seattle e pegamos o Ferry para Bremertown pelas 07:00 da manhã. De lá seguimos em direção a Port Angeles. Pelo caminho aproveitamos para tomar um café da manhã reforçado e delicioso no Oak Table em Sequim

Dali seguimos em direção ao Hurricane Ridge e continuamos a viagem ao longo de toda a US Highway 101 até Olympia e de lá de volta para Seattle.

Foram cerca de 700 km de estrada que teriam certamente sido melhor aproveitados se fossem feitos em pelo menos 2-3 dias com uma parada estratégica em Forks, a famosa cidade dos vampiros e lobisomens do Twilight. E outra possível parada no Kalaloch Lodge. Mas apesar de corrido, o passeio pela península foi fantástico e poderia ter rendido fotos ainda melhores se o tempo tivesse colaborado um pouco mais.

Roteiro de Viagem


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Se você já visitou o parque e tiver dicas e queira colaborar a caixa de comentários está aí justamente para isso. Agora se você tiver dúvidas não comtempladas no post estamos ai para tentar ajudar. icon biggrin Guia para o Olympic National Park Para ver como foi nosso roteiro clique aqui.

 

 

Veja também:

 

Video com cenas da Olympic Peninsula

 

Coordenadas Geográficas:

Hurricane Ridge 

Latitude Longitude
N 47 55.119 W 123 22.920
 

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5 Comentario

  1. […] O Post que originalmente encontrava-se aqui, agora pode ser visto no Blog Viajoteca neste link aqui […]

  2. Muito legal a experiência…

  3. […] já vou avisando, alguns posts daqui do MauOscar eventualmente talvez migrem para a Viajoteca como este do Olympic National Park que estava aqui e agora está lá.  Todo esse processo de migração é manual, uma vez que todas […]

  4. Fantastico!!!! Já coloquei na minha lista :)

  5. […]  http://viajoteca.com/2013/10/28/guia-olympic-national-park-2/ […]

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